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Promoção de Saúde numa comunidade…é possível!

Mudar os índices de saúde através da informação de qualidade sobre doença e saúde, da orientação sobre mudança de hábitos é mais do que necessário e urgente nesse cenário de aumento geométrico (epidêmico mesmo) de doenças cronicas degenerativas entre nós. É essencial também buscar parcerias dentro da própria comunidade, estimulada pelo apoio às suas necessidades imediatas (e mediatas) em relação ao cuidado da própria saúde.
ARREGAÇANDO AS MANGAS…
A primeira sugestão é avaliar os níveis de saúde através de questionários a serem implementados na comunidade por “agentes de saúde” treinados/ orientados para formulação de perguntas que permitem inferir o nível de saúde da população assistida. E aferição de dois índices médicos importantes em relação à triagem de doenças cronicas degenerativas de maior expressão e que podem ser evitadas com mudança de hábitos e estilo de vida: a hipertensão arterial e o diabetes mellitus.
A pressão arterial (PA) e a glicosimetria são fáceis de serem feitos por leigos e com custo minimo dos aparelhos a serem utilizados (ambos digitais), além de aprendizado simples. A PA e glicose seriam aferidas, a principio, apenas em adultos/ idosos, ou se houver dificuldade maior, apenas nos indivíduos com sobrepeso.
O peso e altura devem ser medidos também. Em todos os indivíduos. Em crianças menores de 2 anos…medir o comprimento pelo menos(fita métrica já dá uma ideia inicial…)
Segue abaixo questionario com perguntas a serem respondidas com intuito de analisar o publico-alvo da intervenção para melhoria da saúde. São dados como gênero, idade, peso/altura,hábitos nocivos à saúde, hábitos alimentares e de atividade física. O inventário de saúde seria acrescido da medida da PA e de medida única,isolada com glicosímetro. Uma estimativa da saúde da população avaliada é o ponto de partida para implementação das estrategias necessárias à melhoria dos índices de saúde e bem estar da comunidade assistida.
Qualquer farmácia vende aparelhos digitais para aferição de PA e glicosímetros (muitos foram testados pelo Inmetro e Proteste e  considerados “ruins”). Mas note-se que a intenção não é fornecer insulina para tratar diabéticos e basear as doses na aferição pelo glicosímetro. Aí, sim o glicosímetro pode não ser interessante, especialmente se a marca for ruim. Mas, com objetivo de identificar indivíduos de risco, pode ser de grande ajuda a aferição pontual da glicose utilizando-se um desses aparelhos disponíveis no mercado. O mesmo vale para as balanças digitais baratas.
O que seria necessário:
-IMPRIMIR  folhas de questionário (numero correspondente ao numero de indivíduos da comunidade )
-COMPRAR: balança digital, fita métrica, aparelho de pressão digital (melhor com esfigmomanômetro acoplado) e glicosímetro
-TREINAR pessoal para aplicação dos testes (de preferencia alguém local com interesse na melhoria dos índices de saúde da comunidade)
-EXECUTAR a coleta de dados dentro do prazo estimado
-PROMOVER a integração com alguma autoridade de saúde local ( região administrativa R.A.), estimulando os indivíduos da comunidade a buscar maior qualidade de vida e ao mesmo tempo ter maior autossuficiência na promoção de saúde.

QUESTIONARIO INDIVIDUAL DE AVALIAÇÃO DE SAÚDE

VARIÁVEIS DEMOGRAFICAS E DE SAUDE:

GENERO:

Masculino (   )    Feminino (   )

IDADE:

Criança (   ) Adolescente (   )  Adulto (   )  Idoso (mas 65 anos) (   )

RELAÇÃO PESO/ALTURA: 

Peso (descalço e com o mínimo de roupa)  _________

Altura                                                            _________

*Comprimento (crianças < 2 anos)               _________

AVALIAÇÃO DA SAUDE:

Ruim (    )  Nem ruim nem boa (    )   Boa (    )

PROBLEMA DE SAUDE ATUAL:

Sim  (    )   Não  (    )

Quais sinais/sintomas:  ____________________________________________________________

____________________________________________________________

____________________________________________________________

FUMANTE:

Sim (    )   Não  (    )

Uso (médio) diário:  ______________________________________

 CONSUMO BEBIDA ALCOOLICA

Sim (    )   Não  (    )

Uso (médio) diário:  ______________________________________

PRESSÃO ARTERIAL (sentado):   _____ X  _____ mmHg

GLICOSIMETRIA (avaliação pontual glicose):  ___________

 

VARIÁVEIS DE ATIVIDADE FISICA

PRATICA DE EXERCICIO FISICO 

SIM  (    )   NÃO  (    )

FREQUENCIA EXERCICIO FISICO

1 a 3 dias semana  (    )

4 ou mais dias semana  (    )

DURAÇÃO DO EXERCICIO FISICO

Menos que 20 min  (    )

Mais que 30 min   (    )

 

VARIÁVEIS ALIMENTARES:

CONSUMO DE FRUTAS:

Menos que 5 dias da semana  (    )

Cinco ou mais dias da semana  (    )

CONSUMO DE VERDURAS, LEGUMES, CEREAIS E BROTOS:

Menos que 5 dias da semana  (    )

Cinco ou mais dias da semana  (    )

CONSUMO DE CARNE VERMELHA COM GORDURA

Retira o excesso de gordura visível (    )

Consome com a gordura (    )

CONSUMO DE CARNE DE FRANGO / GALINHA COM PELE

Retira o excesso de gordura visível (    )

Consome com a gordura (    )

CONSUMO DE CARNE DE FRANGO/GALINHA COM PELE

Retira a pele (    )

Consome com a pele (    )

TOMA ÁGUA REGULARMENTE (média de 1.5 a 2 litros/dia)?

Sim  (    )    Não  (    )

TIPO DE LEITE CONSUMIDO

Integral (    )  Outro tipo  (    )  ou NÃO consome  (    )

CONSUMO DE FEIJÃO

Menos que 5 dias da semana  (    )

Cinco ou mais dias da semana  (    )

CONSUMO DE REFRIGERANTE OU SUCO ARTIFICIAL

Menos que 2 dias  da semana  (    )

Tres ou mais dias da semana  (    )

CONSUMO DE INDUSTRIALIZADOS (bolos, doces, biscoitos, macarrão instantâneo, snacks, salgadinhos, barras de cereais, balas, etc)

Eventualmente  (    )

Duas vezes na semana  (    )

Mais de 2 vezes na semana  (    )

Diariamente  (    )

TOMA MAIS DO QUE 3 XICARAS PEQUENAS DE CAFÉ POR DIA?

Sim (    )     Não  (    )

 

Este questionario  é um EXCERTO (condensado de 3 questionarios disponíveis nos links abaixo)

www.uel.br/revistas/uel/index.php/espacoparasaude/article/download/9949/pdf

www.uel.br/revistas/uel/index.php/espacoparasaude/article/download/9949/pdf

https://www.ufmg.br/congrext/Saude/WORD/Saúde42a.doc

 

Não foi incluído questionário de doenças por que entender que na maior parte das comunidades poucos têm acesso a medico (diagnostico e tratamento).
Uma vez feita a analise dos dados obtidos com os questionários de avaliação de saúde de um grupo a ser monitorizado, deve-se estabelecer prioridades para intervenções. Além de criar grupos de estudo para identificar estrategias mais assertivas para cuidar de cada “braço” do programa, deve-se estimular a curiosidade do grupo assistido e criar espaço para responder duvidas e passar informação útil em promoção de saúde.
Esse é o primeiro passo!
Simples de programar. E de fácil execução…pelo menos bem mais fácil do que o desafio de mudar hábitos de vida e índices de saúde sem explicar por que. Sem investir em informação, sem acreditar que tudo isso é possível! A vontade de acertar e fazer o que deve ser feito é apenas o começo.
Mas o primeiro passo tem que ser dado!
ELIZABETH NAVARRETE
errnavarrete@gmail.com
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Combate à dengue: eu apoio!

Dengue: uma doença que merece mais atenção!


Conheça mais sobre a virose cujo comportamento epidêmico importante aqui no Rio de Janeiro é esperado para este verão! Conheça os sinais de alerta para casos de maior risco de complicação e que, portanto exigem mais atenção e monitorização contínua.

Uma virose como muitas outras, mas cujo diferencial é que pode matar rápido!

A hidratação contínua é a arma mais eficaz desde os primeiros sinais da doença. Pode fazer toda diferença na evolução para a cura e evitar um desfecho negativo.

Informe-se a respeito e divulgue!

O conhecimento adquirido nestes últimos anos de convivência com a doença e seu controle é o que pode ajudar a reduzir a mortalidade pela dengue. Ajude o profissional de saúde a ajudá-lo e a muitos outros!

A informação é vital no controle na doença.

E a assistência contínua e bem conduzida nos casos suspeitos de dengue é  fundamental na redução da letalidade.

 

Visite os sites abaixo e informe-se a respeito da dengue!

 

http://www.combateadengue.com.br/

http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/kitdengue/index.html

http://www.dengue.org.br

Conversando sobre o voluntariado

Conversando sobre o voluntariado…

Toda e qualquer ajuda é (e deve ser) sempre bem vinda na esfera da ajuda ao próximo. E quando falo de ajuda ao próximo, me refiro à genuína vontade de ser de utilidade a outro individuo em situação de carência. Seja em relação à saúde física,emocional ou qualquer outra área em que possa estar implicada a  interação de dois seres humanos:carência afetiva nutricional,física e muitas mais…

Nós estamos crescendo juntos, todos,cada qual em seu ritmo,mas todos precisando uns dos outros.Quem já trabalhou ou trabalha nessa tarefa sabe que ao doarmos nosso tempo e habilidades a outros,estamos quase sempre ganhando mais do que estamos dando.Assim é que se dá o crescimento pessoal.A auto-avaliação sistemática e a orientação de quem já está a mais tempo no trabalho, desde que bem construída e sempre no formato de critica construtiva será sempre bem recebida e de grande ajuda ao individuo que naquele momento”está” voluntário e não precisa ser perfeito para se doar a outro porque nenhum de nós é perfeito. Cada um ,em alguma esfera do relacionamento interpessoal,  tem suas dificuldades.E elas vão desaparecer aos poucos,sendo trabalhadas no seio do convívio social, famíliar,comunitário e em tantos outros dos quais participamos.

O voluntario não se prepara para ser um doador …ele aprende ao longo do tempo em que trabalhar no voluntariado ,como se doar,como sentir “junto” o que o outro sente  e como amparar o próximo como desejaria ser amparado e acolhido se estivesse na mesma situação.

Se em alguns momentos isso fica muito difícil, aí está o ponto a ser trabalhado pelo próprio individuo no seu crescimento pessoal. Ele acabou descobrindo uma das suas resistências à entrega ao próximo.Ele então,com certeza, buscará em si próprio o entendimento do porque e achará a força necessária para se superar.Conversar com outros pode ajudar muito,porque nós somos, por natureza ,seres gregários, não somos os indivíduos que “estamos “ hoje: egoistas  individualistas, alheios ao que nos cerca.E nesse caso,quanto mais de nós pudermos compartilhar essas dificuldades, reservadamente ou em grupos (de avaliação das dificuldades de doação pessoal na área de interesse geral), mais bem estaremos fazendo a nós mesmos, além de ajudar o outro (voluntário).


O impulso de ajudar é inato, quase sempre são os freios sociais e o ambiente ao redor que nos fazem retroceder na intenção. Não vamos impor mais essa dificuldade ao trabalho voluntario. Numa analogia às fases do nosso desenvolvimento (desde o nascimento, infância até a  idade adulta), poderíamos inferir que o aprendizado se dá ao longo do caminho,nas repetições das ações e nos resultados delas reverberando em nós;  alem dos exemplos de outros de nós , já mais experientes, que a todo momento podem operar mudanças mais rápidas no outro,se soubermos chegar ate ele com carinho, muita vontade de ajudar e uma grande dose de tolerância. 


Voluntário também precisa de ajuda. Todos nós precisamos de alguma maneira, em algum momento!

 

Sites a serem visitados:


http://www.ongarvoredavida.org.br/index.php?option=com_contact&task=view&contact_id=1&Itemid=11

http://www.gestodeamor.xpg.com.br

http://www.aecsprojetobrasil.com.br/aecs.htm


Objetivo da AECS segundo a própria entidade:

“Desenvolver um programa de educação para a saúde, que previna doenças, promover estudos visando o conhecimento de doenças, suas causas e prevenção,e fundar manter um Centro de Saúde que atenda a toda comunidade, tanto para o tratamento, quanto para educação das pessoas na área de saúde”.

O grupo: Associação das Agentes Educadoras Comunitárias de Saúde do Canal do Anil

Sobre comunidades e voluntariado

SOBRE COMUNIDADES E VOLUNTARIADO

O que fazer para melhorar os indices de saúde da população carente?

A proposta é o oposto do assistencialismo praticado por entidades religiosas (todos os credos),que têm feito um trabalho muito interessante e mais do que necessário à comunidades carentes vizinhas,por elas assistidas. Elas são o grande conforto dessa gente excluída!

Mas eu (e muitos outros no Rio de Janeiro e em todos os cantos do planeta) penso que se não provermos a informação em saúde (nosso caso) e nas outras esferas da vida de relação,elas continuarão no patamar em que estão: assistidas em e para uma sobrevivência um pouco mais digna. Apenas!

A auto-sustentabilidade deve ser a meta para essas comunidades. A criação de núcleos bem sucedidos em relação à inclusão social e na educação para a saúde, incluindo uma ponte facilitadora da utilização dos pólos assistenciais providos pelo governo (postos de saúde,ambulatórios e hospitais próximos a cada comunidade assistida), daria suporte à multiplicação de ações semelhantes em outras comunidades.

Muitos médicos na faixa etária próxima dos 60 (minha) têm, agora, maior disponibilidade de tempo e se conseguíssemos mais 3 ou 4 clínicos e pediatras (ou mesmo de outras especialidades… porque continuamos a saber mais sobre saúde do que os indivíduos leigos,não é? ) já seria um bom começo!  E seria a doação de apenas 4 ou 6 horas por semana (num dia apenas)…

Se você conhecer alguém que se interesse e tenha esse tempo disponível para doar, por favor, dê meu email e o endereço do blog para conhecer o projeto e depois entrar em contato comigo!

Já existem modelos a serem adaptados às características de cada comunidade. A própria secretaria de saúde, o próprio governo, em seu site, disponibiliza “cartilhas” a respeito. Ele apóia atividades semelhantes que o auxiliem na tarefa de melhorar os índices de saúde e desafogue as unidades de pronto atendimento do município e do estado,atualmente superlotadas e sem condições de fazer melhor trabalho em relação à prevenção da doença e promoção da saúde.

Alguns sites a serem visitados:

http://www.epsjv.fiocruz.br/proformar/

http://www.sbmfc.org.br

http://www.mobilizacaonacional.kit.net

Vamos ajudar?

ESTRUTURAÇÃO DO PROJETO:

Ação pretendida:

Educação em saúde e organização comunitária como instrumentos para melhoria da qualidade de vida nas comunidades carentes.

O que se pretende realizar?

 

Atuar na comunidade levando orientação e cuidados básicos com atenção às prioridades, mas  paralelamente atuar com enfoque preventivo e com facilitação do  atendimento  em  unidades básicas de  saúde  e pratica  esporádica na área curativa.O  objetivo é a instrumentalização (educação  em normas de saúde) de cada individuo,para que ele assuma a responsabilidade pela sua própria saúde.Promover ação de prevenção e promoção da saúde.

Muitos outros já atuam no voluntariado para auxilio às comunidades carentes:

Educar o usuário dos serviços de saúde para que ele exerça papel ativo na sociedade  e atue para um mundo sustentável saúde integral em: www.sustentabilidade.org.br

Melhores condições de vida individual e comunitária, identificando e modificando os indicadores   de saúde da comunidade onde atuar.www.agenciadobem.org.br

ETAPAS:

-Definir metas de desenvolvimento na área de saúde da comunidade que serão  perseguidas a curto,médio e longo prazo (como nos projetos sociais da agencia)

-Avaliação dos Indicadores sociais da comunidade e atuação paralela à dos facilitadores  de ações pertinentes à área social,visando  agregar conhecimento para implementar de  forma sinérgica o trabalho de censo em saúde daquela comunidade e definir prioridades.

-Inserção do grupo na Associação de Moradores (apresentação do Projeto).

-Assembléias populares para identificação e recrutamento dos agentes comunitários de saúde.

-Palestras educativas (definição do formato, local de apresentação, datas,períodos)

-Criação de núcleo de comunicação comunitária (veiculação da informação no dia a  dia,compromisso com supervisão dos motivadores,canal direto com os facilitadores)

-Confirmar viabilidade das áreas de ação (higiene e saneamento, saúde oral, gineco- obstetrícia, pediatria,nutrição e clinica medica-hipertensão e diabetes)

-Planejamento especifico de cada braço do projeto.

Vamos ajudar?

 

 

A internet tem efeito multiplicador e precisa ser mais e melhor usada para discutirmos saúde,bem estar e ações que levem esse conhecimento a milhões de excluídos por esse Brasil afora.Existem muitos que já acordaram para essa realidade…mas há muitos ainda precisando de nós para terem a oportunidade de perceber que podem sim, viver com mais dignidade e mais qualidade.

Precisamos de voluntários para discutir o projeto, suas fases,determinar os alvos das ações e ajudar na implantação! Cada um de nós tem habilidades diferentes. Cada um fazendo a sua parte estará contribuindo para que se torne viável a execução da ação proposta.

Juntos podemos mudar a realidade de um outro conjunto de pessoas que dependem apenas de uma pequena ajuda para acordarem para uma nova percepção: a de serem capazes de gerir a própria vida,dando mais sentido e dignidade a ela.E quem sabe se transformando em co-autores de novas ações difundindo esse aprendizado.

Aguardamos voce!

Vamos discutir saude na comunidade?

Outras propostas,outras formas de fazer,pessoas interessadas em se unir a nós?

Vamos começar a mudar o cenário! Vamos fazer como outros mais já fizeram, porque ainda é necessario (e cada vez mais) mudar o “status quo”.Menos assistencialismo e mais ação pró-sustentabilidade.Iniciar o projeto para cada vez mais enxergar pessoas provendo suas proprias necessidades. Não apenas se beneficiando de projetos assistenciais necessários,em muitos momentos, mas que se não oferecem,paralelamente, condiçoes e oportunidades de desenvolvimento pessoal e comunitario…perdem-se em ações isoladas e ineficazes a longo prazo!